Sequelas do pensamento religioso

Tenho que reconhecer: Algumas dos mais desprezíveis indivíduos que tive o desprazer de “conhecer” recentemente as encontrei via as campanhas das tarjas de perfil, presentes em redes sociais como o Facebook. Aquelas com dizeres explícitos, do tipo: “Sou Livre Pensador” ou “Deus Não Existe”. Ditas céticas é repugnante ver que muitas não diferem em praticamente nada dos religiosos, e dos mais devotados(!).

Adeptos de teorias da conspiração, tendo pseudo cientistas como gurus alimentares, acreditando em toda sorte de charlatanismo, extremamente falaciosos, fechados a questionamentos ou só a serem razoáveis. Pelo que pude constatar relutantemente, e não de hoje, mas há uns anos, a mente criada e alimentada dentro da religião é mesmo como uma doença que mesmo curada deixa sequelas das mais profundas.

Fanáticos por dar flores

Acho que é praticamente um consenso, e não só entre estudiosos e entusiastas dos ramos antropológicos que praticamente todo escopo de paixão que se incline em direção ao fanatismo que é extremamente danoso até pernicioso.

No que diz respeito a religião, de longe as mais problemáticas dentre todas as ideologias, não é muito diferente: “As religiões em si não trazem mal algum, o que é ruim é fanatismo de certas pessoas!”. Bom, eu sinceramente discordo(!).

Apenas pense um pouco: Se você é um ferrenho defensor de uma ideologia que incita, por exemplo, a dar flores duvido muito que possa causar qualquer tipo de mal… Exceto talvez a floriculturas mal remuneradas ou pessoas alérgicas.

A única maneira conhecida do fanatismo em si ser algo ruim quando associado a uma ideologia dita benévola, ou meramente pacífica, para cometer atrocidades é distorcer a mesma, logicamente a transformando em outra(!).

Tudo está mais relacionado com o que cada ramo ideológico diz ou, em se tratando das religiões, exige dos seguidores. Estão aí Jainistas e Secularistas, (evitando matar até insetos e escrevendo livros), que não me deixam mentir.