Terra Chata

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Jesus realmente existiu?

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Sim, mas também não. A resolução de um impasse dessas proporções jamais teria uma resposta simples. Lógico, que o homem dotado de dons miraculosos, dito de origem divina, descrito nas escrituras, das Cartas Paulinas aos Atos, é sabidamente contestável, basta aplicar a Navalha de Occam ou apenas o bom senso para discernir que se esse homem existiu então de certo um sem número de outros místicos da época também teriam que ser reais, quanto a personalidade histórica, um homem da Galileia dotado de ideais pouco ortodoxas, revolucionário, e capaz de desestabilizar a ordem, e atrair a ira das autoridades, romanas e judaicas, é bem plausível.

Como o nome Jesus é uma transliteração do nome de um herói judeu ancestral, hoje conhecido graças a narrativa bíblica como Josué, muito popular naquela região, e tendo em vista o quadro de intensas revoluções no período, eventos estes com muito menos controvérsias que a existência do nazareno, e o sem número de “ajustes” documentais (como o que diz respeito do título de nazareno, um tipo unção ritualística, não uma origem) acho mais cabível dizer que não houve um “Jesus”, mas muitos. O que nos restou foi uma coxa de retalhos desses diversos pregadores apocalípticos.

Pensamento Positivo

Recentemente li um artigo intitulado Optimism and Cardiovascular Health: Multi-Ethnic Study of Atherosclerosis, que pesquisadores do publicaram na Paris Scholar Publishing Ltd. Bem interessantes, por sinal. Mais interessante ainda foi este ter sido apontado por diversos amigos meus como “Viver Positivamente Traz Mais Benefícios” ou “Prova que Pensamento Positivo Funciona”.

Bom, tecnicamente o artigo descreve na verdade uma certa correção entre saúde cárdio vascular com otimismo. Convenhamos que isso já foi identificado e é estudado há tempos pela Ciência Médica, o famigerado Efeito Placebo. Sim, embora na seja um consenso, isso funciona e muito bem; simplesmente pensar estar bem faz bem a nossa saúde até certo ponto, vide a Homeopatia.

Entretanto infelizmente a afirmação de se “Pensar Positivamente” não faz referência ao Efeito Placebo ou a saúde cardiovascular propriamente ditas, mas no que concerne a nos mantermos ou não em uma postura mais cética, ou de simples negação, este que é logicamente o ponto inicial a cerca de toda e qualquer ideologia, postura basilar sobre toda alegação ou informação.

Sermos capazes de nos prevenir de alimentar ou mesmo sustentar expectativas, para assim diminuirmos o impacto do stress no sistema límbico a que estaríamos nos expondo em caso de adotarmos uma posição contraria, mais esperançosa ou positiva, proporciona é claro menos frustrações, como apontam pesquisadores, e como experimentamos por vez inconsciente.