A prece – Uma incongruência

O ato de rezar é descrito por muitos cristãos como uma maneira de qualquer um (isso mesmo, qualquer um!) manter uma conexão direta com o divino, para, desse modo, ter com ele um vinculo.

Métodos ‘transcendentais’ de comunicação não são uma novidade, nem uma exclusivos da cristandade. Eles estão no cerne religioso desde sempre, indo de metódicos mantras a cáusticas danças.

Todavia, sempre é imperativo o ritualístico. Danças, cantos, ou o que quer que venha a ser, se não esse contexto, costuma ser visto como ‘mundanos’, muitas vezes são até vistos como heréticos.

Os cristãos condenam atos ancestrais de conexão com o divino, como o holocausto. Embora, não existam evidências que (como judeus que eram) nunca o tenham praticado em seu passado.

Orar, constitui, como descrevem, em um ato de em contrição, conversar (sim, conversar!) com Deus. Expressando assim tristezas e alegrias, ‘dando graças’, e também exigindo outras.

Eis de todas a maior discrepância. Como e porque render graças, e pior, rogar por mais bênçãos, se como bem apontam, tudo está determinado? Isso é minimamente[!] sem qualquer sentido.

Se o seu deus, além de suas atribuições normais de ser eterno, a despeito de outros deuses do passado, é um ente benévolo, poderoso e senciente de tudo, porque precisaria de orações?

A menos que levemos em conta algo (que nem nos seus piores pesadelos queiram cogitar), algo que os assombra sempre: a hipótese de seu deus não existir, ou… ser um ente maligno[!]

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