Maria, para que ti quero! (Parte 2)

Leia antes: Maria, para que ti quero! (Parte 1) e Maria, para que ti quero (Parte 3).

Abraçar os ancestrais cultos pagãos a personagem feminina da deusa, presente em inúmeras culturas, parecia a decisão mais sábia. Por meio do sincretismo, essa se achava já inserida na sociedade romana há séculos e tinha inúmeros devotos.

Coube a instituição católica o árduo trabalho de ir aos poucos imbuindo Maria, a mãe de Jesus de certa divindade, mesmo que contrariando as escrituras. Valendo-se de contos populares do período, e de certos éditos papais muito questionáveis.

Maria, para o catolicismo, era quase um “quarto membro da sua trindade”. Segundo seus dogmas, teria se mantido virgem até a morte, nunca teria entrado em pecado e (incrivelmente) ascendido também aos céus… Era como uma divindade completa.

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