Maria, para que ti quero! (Parte 1)

Leia também: Maria, para que ti quero (Parte 2) e Maria, para que ti quero (Parte 3).

As mulheres são a chave (sócio e politicamente falando), para sobrevivência de várias ideologias, são elas que passam as gerações seguintes seus costumes. E desde os primórdios da civilização, as lideranças religiosas tem conhecimento disso.

Geralmente vemos uma dessas estratégias: “vença-as”, minando sua autoridade e importância (islamismo) ou “junte-se a elas”, cobrindo-as de uma espécie de santidade, que seria “contaminada pela autoridade”, concedida aos homens (cristianismo).

E ao que parece a única coisa na qual a Bíblia não se contradiz de capa a capa, é em sua postura totalmente sexista. Em relação as mulheres, o texto é tão segregador, tão depreciativo, que a cristandade nitidamente precisou pensar em um Plano B.

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